Moleskines são aqueles caderninhos superfofos de cantos arrendondados que são envolvidos por uma tira elástica que viraram moda na Itália, lá nos meados de... ah, na época em que sua avó andava de skate. A Moleco é uma empresa brasileira que produz caderninhos no estilo moleskine (AHAM, você acaba de desvendar o enigma!) de variados tamanhos, capas, com ou sem pauta.




Recentemente rolou um sorteio de 5 kits personalizados com a logomarca do blog (clique aqui para ver a lista dos ganhadores) e se você não participou, só lamento haha.  Tenho que dizer que, além de lindos, os molecos que recebi não são pautados e para melhorar, as folhas têm aquele aspecto amarelado que A-D-O-R-O!



Então se você gostou do estilo dos molecos, junta uns trocados aí e dá uma olhadinha na loja virtual. Você pode fazer mais ou menos isto:


Além disso, a marca realiza um projeto superlegal chamado Moleco Viajante, que surgiu em parceria com o blog Dois Expressos. A ideia é repassar os cadernos à frente para que os voluntários compartilhem suas expressões: desenhos, frases, poesia, letras de músicas, fotografias. Enfim, vale tudo! E o resultado é coisa linda de se ver:

Um moleco viajante fez check-in em: Minas Gerais
Gostou dos molecos? Tem um monte de ideias te esperando no blog e principalmente no fanpage da marca!

Loja Moleco. Já conhece?

by on 17:50
Moleskines são aqueles caderninhos superfofos de cantos arrendondados que são envolvidos por uma tira elástica que viraram moda na Itália,...
Apologia à expressão "santa ignorância".
Pessoas costumam ficar pra baixo. Às vezes com motivos, e outras vezes com motivos extremamente relevantes. Assim como wishlists são chatas e batatas são legais, nada mais interessante do que ajudar alguém que já pensou em cortar os pulsos, que estava vagando pela internet e acabou encontrando este blog pelo buscador.  Essa pessoa vai se deparar com motivos (singelíssimos) que a farão acreditar na vida e nas pessoais, tais quais:

1. Viagens

Se tem uma coisa que me deixa fascinada é o tanto de lugar(es?) que existem nessa terrinha. E o tanto de cultura que se inclui em cada um destes lugares. Compactadas, mas se forem extraídas expõem uma pasta aberta, com muitos arquivos de diferentes extensões e informações. (filosofei) Sei que muitos não compartilham desta mesma ideia, mas as imagens falam por si: A cultura é retrato claro do ser humano sobre as suas ações no seu meio. A viagem une isso: clima, ambiente, cultura e seres

2. O áudio e o vídeo. Juntos.

Convenhamos. Você pode até me dizer que o ser humano é um bichinho que provocou a guerra mundial, mas olha o tanto que este serzinho é evoluído. Seus ancestrais - acreditando você ou não em Darwin - criaram maquininhas capazes de digitalizar um ambiente tal como é, tudo isso através de uma lente (butalmente chamo-a de vidro), um filme (descartando a era digital) e uma carcaça para segurar seus componentes internos. É, preciso estudar mais! Mas então, um bom filme nunca é demais.

3. A pintura, o desenho, os rabiscos

Descobri este ano algo que nunca imaginei que gostaria: o de desenhar (ou rabiscar). Recentemente em um projeto realizado na escola, fiz minha pintura em tela baseado em um quadro de arte modernista:
"A Dança", Henri Matisse
P.S.: Só tenho que te dizer que pintar ao som de uma boa música foi uma das coisas mais libertadoras que fiz este ano.

4. A foto que fala por si só.

Se tem uma coisa que me anima é ver belas fotos. De preferência as de paisagens, viagens e que faltam é te jogar dentro do ambiente. Alguns filtros vintage, fotos de estradas, nuvens e de paisagens que dá pra perceber o tipo de clima... Geralmente encontro esse tipo de foto no site "we ♥ it", se quiser dar uma olhada na minha galeria não vou me incomodar.

5. Citações



Se tem um site que se dependesse de mim, nunca entraria em esquecimento é o Pensador UOL. Lá tem frases valiosíssimas de muitos pensadores (óh) que deixaram lições de vida em apenas poucas palavras. Quem só sabe que "deus ajuda quem cedo madruga" nem imagina o tanto de gente desconhecida que já falou coisa que preste. E tá lá ó, pra você refletir querido.
Na quarta postei na fanpage do blog que os caderninhos (mini moleskines) do blog haviam chegado, e que em breve haveria sorteio. Pois então, é pra já! Mas infelizmente, como a produção não foi de larga escala, vou sortear 5 kits para vocês, cada um contendo:
  • 1 caderninho personalizado + 1 caderninho mini para anotar contatos.
A produção foi feita pela Moleco, empresa parceira do blog. E o legal é que material utilizado é 100% reciclado! Para concorrer é só preencher o formulário abaixo e curtir a fanpage do blog - se quiser seguir o blog também, não vou reclamar. :3


Como não entrarei em contato com os ganhadores por e-mail, não esqueçam do endereço COMPLETO (Rua, Logradouro, CEP, cidade, estado, sei lá). Vou postar o resultado na fanpage no dia ??/06. Boa sorte!



SORTEIO FINALIZADO
The Great Dictator satiriza o nazismo, o fascismo e seus maiores propagadoresAdolf Hitler e Benito Mussolini.
"O Grande ditador" é um filme dirigido e interpretado por Charles Chaplin, que foi lançado na época da 2ª Guerra Mundial antes dos Estados Unidos ter entrado no conflito. Foi mais ou menos semelhante ao Tropa de Elite 2, que foi à cartaz bem na época que ocorreram aquelas invasões na favela do alemão. Às vezes fico pensando: que baita duma sorte essas produtoras do filme, hein? Apesar dos casos aparecidos, creio que O Grande Ditador, apesar de ter sido lançado em um ótimo momento, não teve tanta repercussão pois o cinema ainda não tinha tanto público e tanta influência.

Minha irmã me disse que nos EUA, em umas das atividades, foram expostos discursos fictícios ou não que serviriam de inspiração para a criação de novos. Dentre os vídeos exibidos, estava "o final de O grande ditador", mais conhecido como o discurso final. Vejam:


Só vi o discurso, ainda não assisti o filme. Mas em breve!

Falando em assistir filmes, vi uma resenha de um no blog "ler para contar", e resolvi baixá-lo e assisti-lo em um fim de semana tedioso. A partida conta a história de um rapaz violoncelista desempregado, que se vê enclausurado e acaba aceitando trabalhar em um departamento que presta serviços à funerárias. O trabalho realizado pelo jovem é uma espécie de processo de "purificação" - mas, literalmente limpeza - de cadáveres. O filme é bem dramático e diferente da maioria que se vê por aí nas locadoras da vida, como por exemplo, o fato de ter pouca trilha sonora. Além do emprego desconfortante e mal visto pelos outros, o personagem ainda carrega outros problemas, como o trauma do abandono do pai.










Se não me engano, foi o primeiro filme japonês que assisti na vida, ou pelo menos, foi o primeiro filme que assisti sabendo que foi produzido no Japão. Achei bastante interessante as diferenças GRITANTES de costumes, pelo menos em relação aos dos brasileiros. Uma das cenas mais interessantes que vi foi quando o grupo de violinistas se desfaz: o patrocinador chega na sala, e sem precedências alguma, avisa à todos que a orquesta fora dissolvida. Todos abaixam a cabeça e se retiram da sala sem dizer absolutamente nada. Gente, imagina se isso acontece no Brasil? hahaha